O nascimento de Joana
Oi gente, vida normalizando por aqui...
Então, faz muito tempo que eu queria vir aqui contar como foi o nascimento da Joana, mas ou estou sempre cansada demais, ou na correria. Vou dizer pra vocês, que não é fácil ser mãe de 2 bebês!
Exatamente, 1 dia após meu último post, Joana começou a dar sinais de que queria vir ao mundo... amanheci e o tampão, que eu ACHAVA que já tinha saído, desceu de fato. (Infelizmente, meu celular havia quebrado nesse tempo, e eu tenho poucas fotos)
O Tampão mucoso é um sinal de que o colo do útero está se preparando pra um parto iminente. Então, quando ele desce, significa que o bebê desceu o suficiente para empurrá-lo, e não só isso, significa que o colo do útero afinou, fazendo com que ele se desprendesse.
Bom, então, era uma quinta-feira. Imediatamente escrevi para as enfermeiras que estavam nos acompanhando. Neste mesmo dia eu tinha uma consulta com meu obstetra tb, mas acabei não indo. A enfermeira foi me ver em casa, aferiu pressão, pesou, mediu, e como de costume conversamos bastante, durante a conversa, ela me perguntou se eu continuava sentindo os pródromos, e eu disse que não. Disse que sentia APENAS, uma cólica bem suave na região pélvica, e que por sinal, naquele momento estava sentindo essa cólica. Ela, prontamente, pôs a mão em minha barriga, deu um sorriso e disse "Menina, isso é uma contração de treinamento!", ela permaneceu com a mão até passar...ao final, completou "nossa, e longa..." Como eu tive uns episódios de pródromos que eu pensei que ía MORRER, nunca imaginei que aquilo seria uma contração de treinamento... eu estava sentindo aquela cólica direto, mas era tão fraquinha, que nunca passou pela minha cabeça ser um sinal.
Ela perguntou se eu queria fazer o toque, achei melhor não, estava tentando não ficar ansiosa, e tinha medo de não ter nenhuma dilatação e ficar desanimada...
Quando o James chegou, ele ficou chateado, porque eu não tinha feito o toque (à essa altura, ele estava bem ansioso). Como eu, acabei remarcando a minha consulta pro dia anterior, disse que faria o toque na consulta, então, já que ele queria tanto saber se já tinha dilatado alguma coisa.
No dia seguinte, sexta-feira, dia 9 de junho, fui à consulta com o obstetra. Mesma coisa da consulta anterior em casa, e fizemos o toque. O médico fez uma cara e disse, é 1cm de dilatação, ainda vai demorar. Ele conversou comigo sobre indução do parto, me explicou como funcionaria, e marcou pra terça-feira meu retorno.
De sexta pra sábado, já era bem difícil dormir, aquelas cólicas já me incomodavam muito. A enfermeira passou em casa novamente para uma avaliação, no final do dia, já era 10 de junho, e eu estava com 3cm de dilatação, ela disse que era pra eu ligar qq coisa, que ela estaria de plantão em um hospital "próximo"de minha casa.
De sábado pra domingo, eu não dormi... vinham contrações pouca coisa mais fortes, mas eu percebi que elas estavam cada vez mais frequentes, eu baixei um aplicativo, e comecei a monitorar a frequência, e a duração... mas elas não ritmava, e era sempre muito espaçadas... passei a madrugada concentrada, conversando com a Joana, pra ela vir logo, ouvi a minha playlist do parto, sentava na bola, que a minha amiga e Doula, deixou lá em casa, ficava lá rebolando, direto.
Quando amanheceu o domingo, a enfermeira me escreveu, eu contei como estavam as contrações, e ela disse que ía em casa. Quando ela chegou, e fez o toque... 7 cm!!
Vocês não tem idéia da minha felicidade, James ficou empolgado, passou a trocar todos os filtros da casa, já queria encher a piscina e eu sempre segurando a onda dele.
Eu tentei descansar o máximo possível... mas as contrações simplesmente, haviam parado, fiquei triste, preocupada, afinal, já era o 3º dia, e parece que eu não evoluía. No domingo as enfermeiras já ficaram em casa para passar a noite, mas não saímos do lugar...
Todos esses dias, eu estava lá sempre passando as informações para as minhas amigas, minha rede de apoio, e uma delas me sugeriu tomar o chá da Naoli, que era conhecido por acelerar o parto.
Pois então, segunda-feira 12 de junho, dia dos namorados, minha amiga e doula, veio em casa, trouxe rebozo, me fez massagem pra eu descansar, descansada, me mandou tomar um banho pra renovar as energias, e fez esse chá pra mim.
Depois de uns 2 copos, as contrações começaram a ficar mais intensas, e uma atrás da outra, quando vinha a contração eu segurava no rebozo e agachava.
Me amarrei no sling pra levantar um pouco a barriga e empurrar a Joana, pra encaixar direito. Fizemos o toque e ... 8 cm...
As contrações já eram bem doloridas, e eu já vocalizava, quando elas vinham, James me abraçava e eu praticamente me pendurava nele... seria mais uma noite sem dormir....
Terça-feira, 13 de junho, eu estava exausta, não encontrava mais posição pra dormir, as contrações eram frequentes, mas nunca ritmavam... eu já estava nas últimas, não só eu... afinal já era o 3 dia seguido de trabalho de parto ativo.
Quando a noite chegou, as duas enfermeiras sentaram comigo e falaram, que eu precisaria induzir, porque o meu corpo e mente já estavam cansados, as contrações não ritmavam, então, se até o dia seguinte, não engrenasse, eu deveria ir pro hospital, pra que fosse aplicada a ocitocina em mim.
Não preciso dizer que essa parte, acho que doeu mais que todas as contrações e mais que todo o cansaço do meu corpo. A idéia de ter que ir pro Hospital, já apitava em mim que eu acabaria numa cesárea... implorei, pra que elas fizessem a indução em casa, e elas não podiam, porque a indução trás riscos associados, que um parto domiciliar não suporta.
Não evolui nada de terça pra quarta... e pela manhã eu pedi muito que elas esperassem até o final daquele dia... Assumi todas as responsabilidades, e conversei com a minha obstetra do nascimento do Arthur. Ela conversou com as enfermeiras, e traçaram um plano de indução seguro, para ser feito em casa, como se fosse um sinal pro meu corpo entender, e continuar depois por ele mesmo.
Assim fizemos, assim que a dose do hormônio entrou no meu corpo, o negócio ficou bem intenso, era uma contração atrás da outra e eu já sentia os puxos...
Os PUXOS, são os momentos nas quais, INVOLUNTARIAMENTE, começamos a fazer força, era incontrolável, como se a gente quisesse fazer cocô, numa dor de barriga muito forte, era muita dor, aí eu gritava valendo, fiz o James fechar todas as janelas, com medo dos vizinhos ligarem pra polícia.
Quando os puxos vinham, eu senti que algo estava estranho, eu não sentia a Joana descer, e eu falei isso pra elas, elas olhavam com a lanterninha, e nada. já estava anoitecendo, até que elas falaram, que iriam fazer o último toque, e eu deveria ir ao hospital, lá eles poderiam continuar a indução, com uma dose mais forte e aí eu conseguiria parir lá.
Fizeram o toque, e eu estava com 9cm.
Imaginem, como foi o corre corre em casa pra irmos ao hospital. Eu optei pelo SUS, a enfermeira que estava me acompanhando, ía fazer plantão na Santa Casa, e seguimos pra lá com ela. Chegando lá, na triagem a enfermeira fez o toque e já me encaminhou pra sala de parto, achei o atendimento bem eficiente.
Na sala de parto, entrou a médica com uns residentes, fizeram os mesmos procedimentos habituais, aferir pressão, medir barriga, e toque... nesse momento, ao fazer o toque, a médica percebeu, que a cabeça da Joana estava mal encaixada, e falou que ela não estava descendo por isso...
Abro um parêntese aqui, eu não contei que já estava em trabalho de parto e estava sendo acompanhada em casa, porque isso ainda não é visto com bons olhos nos plantões da cidade... então, quando a médica falou isso, eu lembrei que quando vinham os puxos, eu de fato sentia que a Joana não estava descendo...
Aí ela falou, "prepara uma sala no centro cirúrgico que vai ser cesárea, anota aí, desproporção céfalo-pélvica"... confesso que àquela altura, foi um alívio, era o 4º dia de trabalho de parto ativo, eu não dormia desde então, o meu corpo estava exausto, e a mente nem se fale... James me abraçou, falou que tínhamos feito o possível, e que aquela também era um indicação real de cesárea.
Até então a minha bolsa, não tinha rompido, e esperando eles prepararem o centro cirúrgico, a bolsa rompeu, e tudo ficou mais doloroso ainda. Logo me levaram pra cirurgia, fomos muito bem atendidos. Nossa Joana, nasceu linda, forte, enorme... Medindo 54 cm e pesando 3,730 Kg.
Aprendi muito com esse PARTO, aprendi a entender os sinais do meu corpo, e aprendi, que mais importante, que a via de nascimento, é que a nossa vontade seja respeitada, e assim foi. Fomos respeitados e tratados com carinho, tenho certeza que Joana percebeu que tem muito amor aqui fora pra ela. Joana veio para ressignificar muito do que eu havia perdido... e só por isso sou muito feliz pela forma que ela veio ao mundo!
Nunca terei palavras pra agradecer às profissionais que nos acompanharam, inclusive, a minha ex-obstetra, que estava ali no momento que mais precisei. Parir em casa deve ser fenomenal, mas fica pra uma próxima vida... porque outro filho, tá difícil por aqui... HUHUAHUAHUAHUAHUA
Beijos. Em breve atualizo esse post com algumas fotos, que o James tirou...
Então, faz muito tempo que eu queria vir aqui contar como foi o nascimento da Joana, mas ou estou sempre cansada demais, ou na correria. Vou dizer pra vocês, que não é fácil ser mãe de 2 bebês!
Exatamente, 1 dia após meu último post, Joana começou a dar sinais de que queria vir ao mundo... amanheci e o tampão, que eu ACHAVA que já tinha saído, desceu de fato. (Infelizmente, meu celular havia quebrado nesse tempo, e eu tenho poucas fotos)
O Tampão mucoso é um sinal de que o colo do útero está se preparando pra um parto iminente. Então, quando ele desce, significa que o bebê desceu o suficiente para empurrá-lo, e não só isso, significa que o colo do útero afinou, fazendo com que ele se desprendesse.
Bom, então, era uma quinta-feira. Imediatamente escrevi para as enfermeiras que estavam nos acompanhando. Neste mesmo dia eu tinha uma consulta com meu obstetra tb, mas acabei não indo. A enfermeira foi me ver em casa, aferiu pressão, pesou, mediu, e como de costume conversamos bastante, durante a conversa, ela me perguntou se eu continuava sentindo os pródromos, e eu disse que não. Disse que sentia APENAS, uma cólica bem suave na região pélvica, e que por sinal, naquele momento estava sentindo essa cólica. Ela, prontamente, pôs a mão em minha barriga, deu um sorriso e disse "Menina, isso é uma contração de treinamento!", ela permaneceu com a mão até passar...ao final, completou "nossa, e longa..." Como eu tive uns episódios de pródromos que eu pensei que ía MORRER, nunca imaginei que aquilo seria uma contração de treinamento... eu estava sentindo aquela cólica direto, mas era tão fraquinha, que nunca passou pela minha cabeça ser um sinal.
Ela perguntou se eu queria fazer o toque, achei melhor não, estava tentando não ficar ansiosa, e tinha medo de não ter nenhuma dilatação e ficar desanimada...
Quando o James chegou, ele ficou chateado, porque eu não tinha feito o toque (à essa altura, ele estava bem ansioso). Como eu, acabei remarcando a minha consulta pro dia anterior, disse que faria o toque na consulta, então, já que ele queria tanto saber se já tinha dilatado alguma coisa.
No dia seguinte, sexta-feira, dia 9 de junho, fui à consulta com o obstetra. Mesma coisa da consulta anterior em casa, e fizemos o toque. O médico fez uma cara e disse, é 1cm de dilatação, ainda vai demorar. Ele conversou comigo sobre indução do parto, me explicou como funcionaria, e marcou pra terça-feira meu retorno.
De sexta pra sábado, já era bem difícil dormir, aquelas cólicas já me incomodavam muito. A enfermeira passou em casa novamente para uma avaliação, no final do dia, já era 10 de junho, e eu estava com 3cm de dilatação, ela disse que era pra eu ligar qq coisa, que ela estaria de plantão em um hospital "próximo"de minha casa.
De sábado pra domingo, eu não dormi... vinham contrações pouca coisa mais fortes, mas eu percebi que elas estavam cada vez mais frequentes, eu baixei um aplicativo, e comecei a monitorar a frequência, e a duração... mas elas não ritmava, e era sempre muito espaçadas... passei a madrugada concentrada, conversando com a Joana, pra ela vir logo, ouvi a minha playlist do parto, sentava na bola, que a minha amiga e Doula, deixou lá em casa, ficava lá rebolando, direto.
Quando amanheceu o domingo, a enfermeira me escreveu, eu contei como estavam as contrações, e ela disse que ía em casa. Quando ela chegou, e fez o toque... 7 cm!!
Vocês não tem idéia da minha felicidade, James ficou empolgado, passou a trocar todos os filtros da casa, já queria encher a piscina e eu sempre segurando a onda dele.
Eu tentei descansar o máximo possível... mas as contrações simplesmente, haviam parado, fiquei triste, preocupada, afinal, já era o 3º dia, e parece que eu não evoluía. No domingo as enfermeiras já ficaram em casa para passar a noite, mas não saímos do lugar...
Todos esses dias, eu estava lá sempre passando as informações para as minhas amigas, minha rede de apoio, e uma delas me sugeriu tomar o chá da Naoli, que era conhecido por acelerar o parto.
Pois então, segunda-feira 12 de junho, dia dos namorados, minha amiga e doula, veio em casa, trouxe rebozo, me fez massagem pra eu descansar, descansada, me mandou tomar um banho pra renovar as energias, e fez esse chá pra mim.
Depois de uns 2 copos, as contrações começaram a ficar mais intensas, e uma atrás da outra, quando vinha a contração eu segurava no rebozo e agachava.
Me amarrei no sling pra levantar um pouco a barriga e empurrar a Joana, pra encaixar direito. Fizemos o toque e ... 8 cm...
As contrações já eram bem doloridas, e eu já vocalizava, quando elas vinham, James me abraçava e eu praticamente me pendurava nele... seria mais uma noite sem dormir....
Terça-feira, 13 de junho, eu estava exausta, não encontrava mais posição pra dormir, as contrações eram frequentes, mas nunca ritmavam... eu já estava nas últimas, não só eu... afinal já era o 3 dia seguido de trabalho de parto ativo.
Quando a noite chegou, as duas enfermeiras sentaram comigo e falaram, que eu precisaria induzir, porque o meu corpo e mente já estavam cansados, as contrações não ritmavam, então, se até o dia seguinte, não engrenasse, eu deveria ir pro hospital, pra que fosse aplicada a ocitocina em mim.
Não preciso dizer que essa parte, acho que doeu mais que todas as contrações e mais que todo o cansaço do meu corpo. A idéia de ter que ir pro Hospital, já apitava em mim que eu acabaria numa cesárea... implorei, pra que elas fizessem a indução em casa, e elas não podiam, porque a indução trás riscos associados, que um parto domiciliar não suporta.
Não evolui nada de terça pra quarta... e pela manhã eu pedi muito que elas esperassem até o final daquele dia... Assumi todas as responsabilidades, e conversei com a minha obstetra do nascimento do Arthur. Ela conversou com as enfermeiras, e traçaram um plano de indução seguro, para ser feito em casa, como se fosse um sinal pro meu corpo entender, e continuar depois por ele mesmo.
Assim fizemos, assim que a dose do hormônio entrou no meu corpo, o negócio ficou bem intenso, era uma contração atrás da outra e eu já sentia os puxos...
Os PUXOS, são os momentos nas quais, INVOLUNTARIAMENTE, começamos a fazer força, era incontrolável, como se a gente quisesse fazer cocô, numa dor de barriga muito forte, era muita dor, aí eu gritava valendo, fiz o James fechar todas as janelas, com medo dos vizinhos ligarem pra polícia.
Quando os puxos vinham, eu senti que algo estava estranho, eu não sentia a Joana descer, e eu falei isso pra elas, elas olhavam com a lanterninha, e nada. já estava anoitecendo, até que elas falaram, que iriam fazer o último toque, e eu deveria ir ao hospital, lá eles poderiam continuar a indução, com uma dose mais forte e aí eu conseguiria parir lá.
Fizeram o toque, e eu estava com 9cm.
Imaginem, como foi o corre corre em casa pra irmos ao hospital. Eu optei pelo SUS, a enfermeira que estava me acompanhando, ía fazer plantão na Santa Casa, e seguimos pra lá com ela. Chegando lá, na triagem a enfermeira fez o toque e já me encaminhou pra sala de parto, achei o atendimento bem eficiente.
Na sala de parto, entrou a médica com uns residentes, fizeram os mesmos procedimentos habituais, aferir pressão, medir barriga, e toque... nesse momento, ao fazer o toque, a médica percebeu, que a cabeça da Joana estava mal encaixada, e falou que ela não estava descendo por isso...
Abro um parêntese aqui, eu não contei que já estava em trabalho de parto e estava sendo acompanhada em casa, porque isso ainda não é visto com bons olhos nos plantões da cidade... então, quando a médica falou isso, eu lembrei que quando vinham os puxos, eu de fato sentia que a Joana não estava descendo...
Aí ela falou, "prepara uma sala no centro cirúrgico que vai ser cesárea, anota aí, desproporção céfalo-pélvica"... confesso que àquela altura, foi um alívio, era o 4º dia de trabalho de parto ativo, eu não dormia desde então, o meu corpo estava exausto, e a mente nem se fale... James me abraçou, falou que tínhamos feito o possível, e que aquela também era um indicação real de cesárea.
Até então a minha bolsa, não tinha rompido, e esperando eles prepararem o centro cirúrgico, a bolsa rompeu, e tudo ficou mais doloroso ainda. Logo me levaram pra cirurgia, fomos muito bem atendidos. Nossa Joana, nasceu linda, forte, enorme... Medindo 54 cm e pesando 3,730 Kg.
Aprendi muito com esse PARTO, aprendi a entender os sinais do meu corpo, e aprendi, que mais importante, que a via de nascimento, é que a nossa vontade seja respeitada, e assim foi. Fomos respeitados e tratados com carinho, tenho certeza que Joana percebeu que tem muito amor aqui fora pra ela. Joana veio para ressignificar muito do que eu havia perdido... e só por isso sou muito feliz pela forma que ela veio ao mundo!
Nunca terei palavras pra agradecer às profissionais que nos acompanharam, inclusive, a minha ex-obstetra, que estava ali no momento que mais precisei. Parir em casa deve ser fenomenal, mas fica pra uma próxima vida... porque outro filho, tá difícil por aqui... HUHUAHUAHUAHUAHUA
Beijos. Em breve atualizo esse post com algumas fotos, que o James tirou...




Amei ler e relembrar o nascimento da Joana :)
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