O papel de grupos de apoio numa maternidade consciente
Sim, o negócio tá ficando muito lento... mas entendam, eu tenho uma tese pra parir, e um filho pra cuidar... heuheuhuehuehue
Bom, aqui eu dou umas dicas de como conseguir um parto normal humanizado no Brasil, eu já falei do papel das Doulas, e hoje eu vou falar do papel de um grupo de apoio durante o período que antecede o parto e no pós-parto.
Eu pesquisei bastante sobre estudos que mostram o impacto positivo de grupos de apoio tem na maternidade, e foi difícil encontrar trabalhos, principalmente, porque não sou da área, então eu acredito que usei as palavras-chave erradas de início, mas também porque deve ser difícil mensurar ou até mesmo desenvolver um estudo que comprove os benefícios que os grupos de apoio trazem, ainda assim encontrei o trabalho da Strange e colaboradores (2016) que trouxe várias referências de qualidade e conseguiu me convencer, além da minha própria experiência que grupos de apoio são sim importantes para o capital social e para o próprio bem-estar (sanidade mental) de nós, mães.
Quem quiser ir atrás da informação, deixo aqui a referência:
STRANGE, C.
et al. Mothers' group participation: associations with social capital,
social support and mental well-being. Journal
of Advanced Nursing, v. 72, n. 1, p. 85-98, Jan 2016. ISSN 0309-2402.
Disponível em: < <Go to ISI>://WOS:000367679400008 >.
Sim, está em inglês, infelizmente, e se quiserem o pdf, é só me pedir que eu mando tb.
Bom, além da informação científica, a minha experiência com grupos de apoio... senta que lá vem história... :)
Antes de engravidar, minha prima, quase irmã engravidou, e eu via que muitos laboratórios, clínicas e até maternidades ofereciam cursos para gestantes... Como naquele tempo eu era uma COMPLETA SEM NOÇÃO de tudo que se referia à maternidade, pegava todos os panfletos possíveis e passava pra ela, até que um dia, navegando pelo FACEtruque, descobri que uma amiga minha seguia a página do ISHTAR e eu fui atrás de ler.
Vou copiar aqui pra vocês o que diz na apresentação deles:
"O Ishtar - Espaço para Gestantes iniciou suas atividades em 29 de setembro de 2007, com a união de três amigas em torno de um mesmo ideal. As suas próprias experiências de maternidade foram pivô dessa união. Cada uma vivenciou a gestação, parto e maternidade de uma forma diferente, de acordo com seus conhecimentos e instintos, mas uma coisa foi comum às três: a vontade de parir e criar seus filhos de uma forma respeitosa, humanizada. Ao perceberem que esse desejo é bastante comum e crescente - apesar de difícil de concretizar na realidade brasileira atual - decidiram criar um grupo de apoio à gestação e ao parto ativo, na zona sul da Recife/PE(...) Com a mudança de Thayssa para Belém (em março de 2008), aconteceu o encontro com Andréia Mártyres, psicóloga, mãe e uma pessoa muito sensível, que viabilizou o início da nossa empreitada do Ishtar-Belém, afinal, também já tínhamos mulheres da cidade entrando em contato para saberem mais, trocarem informações e se prepararem para este processo de maneira natural (...) No Espaço Ishtar as famílias gestantes podem se preparar emocionalmente e com muitas informações para o parto e pós-parto, bem como trocar experiências sobre amamentação e cuidado de filhos, e assim terem a oportunidade de tomar decisões mais conscientes e verdadeiramente protagonizar os seus partos e sua maternidade."
Essa é a proposta do grupo, que surgiu em Recife - PE e hoje está espalhado pelo Brasil.
Incentivei minha prima a participar, mas não rolou, ela teve uma gravidez de risco e ficou grande parte da gravidez de repouso absoluto.
Quando eu engravidei, fui atrás de participar, me informei sobre os dias e local de reuniões que para Belém - PA ficam disponíveis aqui! A minha Doula também me incentivou a participar.
Então fui, lembro que o tema era "Relatos de parto", eu tinha acabado de descobrir minha gravidez, acho que tinha umas 10 semanas no máximo e estava próximo de ir pra Alemanha. A dinâmica funciona assim, em um primeiro momento acontece a apresentação então cada pessoa diz seu nome, se está grávida diz de quantas semanas, o que faz ou outra informação que achar pertinente e se for acompanhante diz o grau de parentesco ou proximidade. Depois, geralmente, as coordenadoras fazem uma apresentação do tema do dia, e as pessoas podem interromper e acrescentar suas próprias experiências e/ou tirar dúvidas. Os encontros são gratuitos, acontecem a cada 15 dias, aos sábados pela manhã na Cia Athlética em Belém, só precisa confirmar por e-mail ou whatsapp a participação enviando o nome completo dias antes do encontro. Em Belém as coordenadoras do Ishtar, atualmente, são a Thayssa, Sabrina, Danielle e Lia. (Essas informações estão TODAS disponíveis no site do Ishtar Belém).
Quando eu estava na Alemanha, descobri que se eu não estivesse só de passagem, o meu plano de saúde cobriria também reuniões com os grupos de apoio ao parto, ou seja, lá já é reconhecida a importância desse trabalho, e está presente no plano de saúde a partir do momento que a mulher inicia seu pré-natal. Infelizmente, não tive a vivência de lá, mas imagino que seria enriquecedor também.
De volta ao Brasil, voltei a frequentas as reuniões assiduamente, e posso dizer que foi lá que consegui todos os contatos de médicos, enfermeiras obstetrizes, doulas, fiz amizades que guardo agora comigo e a troca é essencial, você vai encontrar pessoas que já tiveram a experiência de um NÃO parto anterior, que sofreram violência obstétrica, mães de primeira viagem, mães que tiveram experiências de partos maravilhosos graças ao empoderamento que tiveram frequentando o ISTHAR, e tudo isso, vai sendo absorvido, todas essas experiências, os erros, os acertos, as lágrimas, os sorrisos, são compartilhados, tornando a felicidade ainda mais plena e o sofrimento menos pesado.
Se num próximo filho frequentarei um grupo de apoio ao parto novamente? COM CERTEZA!!
As informações estão sempre se renovando, a legislação está melhorando, e as facilitadoras, estão lá pra nos ajudar a conseguir um bom parto, respeitável e com segurança para que os nossos filhos venham ao mundo da melhor forma possível.
Além do Ishtar Belém, existe o Ishtar Castanhal, onde você pode obter maiores informações aqui e aqui. Não conheço as facilitadoras, mas se carrega a marca do Ishtar é garantia de qualidade!
Existe também um trabalho belíssimo, Grupo de apoio às gestantes da Pastoral da Criança, no bairro da Sacramenta, funciona no colégio Esther Bandeira Gomes, uma vez ao mês geralmente aos sábados às 9h, coordenado pela Lia Glória, Danielle Moura e Mireille Pic.
Este era um sonho da Dani Moura, que é doula, e que juntou com a Lia Glória, que também é doula, e mostraram que "um sonho, sonhado sozinho, permanece sonho, mas um sonho sonhado junto vira realidade". Elas planejaram este projeto focando em gestantes carentes, e resolveram fazer um trabalho de formiguinha, batendo de porta em porta, convidando essas gestantes a participar das reuniões, trazem informação e empoderamento à essas mulheres abordando assuntos que vão desde o planejamento familiar, métodos contraceptivos, fisiologia, exercícios, o que elas devem fazer para agilizar o trabalho de parto de maneira natural, onde que pode se massagear até os cuidados com o Recém- nascido,além disso elas oferecem oficina de shantala, oficina de ofurô, oficina de Sling e como elas podem fazer os próprios slings. Também buscam desestimular algumas práticas culturais como o uso de chás e mingau na alimentação dos RNs, e, principalmente, estimular a crianção com apego. Como todo trabalho voluntário, elas vem enfrentando algumas dificuldades para conseguir fazer essas mulheres permanecerem no grupo, então a Mireille Pic entrou como um fôlego extra, e uma trazendo uma idéia nova, de a cada mês fazer uma sessão de fotos gratuita, para essas gestantes terem uma recordação do desenvolvimento dessa gravidez, elas levam todo o material de apoio para a sessão de fotos e depois entregam as fotos para cada uma das gestantes mês a mês. Existe ainda uma idéia e aqui já lanço uma campanha pra quem quiser ajudar, de que futuramente, para aquelas gestantes que frequentarem o grupo assiduamente seja garantida uma bolsa com o básico necessário para o primeiro mês após o nascimento do bebê.
Bem legal o projeto né?
Ainda existe um grupo em Icoaraci, de nome Florescer, nasceu em setembro do ano passado, coordenado pela Jaqueline Figueiredo Silva, Doula, voluntária do Cinematerna e pela Bianca Arcanjo, as reuniões acontecem uma vez ao mês, no sábado, no espaço Samura Eventos (Travessa Manoel Barata 627), possuem grupo ativo no WhatsApp Contato: 985082000 - Jaqueline.
Então, gente, estamos até bem servidas de grupo de apoio ao parto humanizado, todas as pessoas são de confiança, amáveis, e nunca se negam a ajudar. E um grupo de apoio é isso, ele te dá uma rede de novas amizades, contatos profissionais, indicações de lugares, te fazendo cortar na caminho na busca da humanização do parto, porque a maioria dessas pessoas já foi retirando as pedras do caminho para as próximas. Vocês verão no artigo citado acima, que participar de um grupo de apoio durante a gestação promove um maior sucesso no aleitamento materno, reduz as chances de desenvolver uma depressão pós-parto e aumenta o tempo de amamentação em livre demanda (ou prolongada). E chave está no compartilhamento das informações e suas fontes!
Espero ter ajudado um pouquinho mais na busca de vocês!
Meu próximo post será sobre profissionais de saúde...
Beijos!
Bom, aqui eu dou umas dicas de como conseguir um parto normal humanizado no Brasil, eu já falei do papel das Doulas, e hoje eu vou falar do papel de um grupo de apoio durante o período que antecede o parto e no pós-parto.
Eu pesquisei bastante sobre estudos que mostram o impacto positivo de grupos de apoio tem na maternidade, e foi difícil encontrar trabalhos, principalmente, porque não sou da área, então eu acredito que usei as palavras-chave erradas de início, mas também porque deve ser difícil mensurar ou até mesmo desenvolver um estudo que comprove os benefícios que os grupos de apoio trazem, ainda assim encontrei o trabalho da Strange e colaboradores (2016) que trouxe várias referências de qualidade e conseguiu me convencer, além da minha própria experiência que grupos de apoio são sim importantes para o capital social e para o próprio bem-estar (sanidade mental) de nós, mães.
Quem quiser ir atrás da informação, deixo aqui a referência:
Sim, está em inglês, infelizmente, e se quiserem o pdf, é só me pedir que eu mando tb.
Bom, além da informação científica, a minha experiência com grupos de apoio... senta que lá vem história... :)
Antes de engravidar, minha prima, quase irmã engravidou, e eu via que muitos laboratórios, clínicas e até maternidades ofereciam cursos para gestantes... Como naquele tempo eu era uma COMPLETA SEM NOÇÃO de tudo que se referia à maternidade, pegava todos os panfletos possíveis e passava pra ela, até que um dia, navegando pelo FACEtruque, descobri que uma amiga minha seguia a página do ISHTAR e eu fui atrás de ler.
Vou copiar aqui pra vocês o que diz na apresentação deles:
"O Ishtar - Espaço para Gestantes iniciou suas atividades em 29 de setembro de 2007, com a união de três amigas em torno de um mesmo ideal. As suas próprias experiências de maternidade foram pivô dessa união. Cada uma vivenciou a gestação, parto e maternidade de uma forma diferente, de acordo com seus conhecimentos e instintos, mas uma coisa foi comum às três: a vontade de parir e criar seus filhos de uma forma respeitosa, humanizada. Ao perceberem que esse desejo é bastante comum e crescente - apesar de difícil de concretizar na realidade brasileira atual - decidiram criar um grupo de apoio à gestação e ao parto ativo, na zona sul da Recife/PE(...) Com a mudança de Thayssa para Belém (em março de 2008), aconteceu o encontro com Andréia Mártyres, psicóloga, mãe e uma pessoa muito sensível, que viabilizou o início da nossa empreitada do Ishtar-Belém, afinal, também já tínhamos mulheres da cidade entrando em contato para saberem mais, trocarem informações e se prepararem para este processo de maneira natural (...) No Espaço Ishtar as famílias gestantes podem se preparar emocionalmente e com muitas informações para o parto e pós-parto, bem como trocar experiências sobre amamentação e cuidado de filhos, e assim terem a oportunidade de tomar decisões mais conscientes e verdadeiramente protagonizar os seus partos e sua maternidade."
Essa é a proposta do grupo, que surgiu em Recife - PE e hoje está espalhado pelo Brasil.
Incentivei minha prima a participar, mas não rolou, ela teve uma gravidez de risco e ficou grande parte da gravidez de repouso absoluto.
Quando eu engravidei, fui atrás de participar, me informei sobre os dias e local de reuniões que para Belém - PA ficam disponíveis aqui! A minha Doula também me incentivou a participar.
Então fui, lembro que o tema era "Relatos de parto", eu tinha acabado de descobrir minha gravidez, acho que tinha umas 10 semanas no máximo e estava próximo de ir pra Alemanha. A dinâmica funciona assim, em um primeiro momento acontece a apresentação então cada pessoa diz seu nome, se está grávida diz de quantas semanas, o que faz ou outra informação que achar pertinente e se for acompanhante diz o grau de parentesco ou proximidade. Depois, geralmente, as coordenadoras fazem uma apresentação do tema do dia, e as pessoas podem interromper e acrescentar suas próprias experiências e/ou tirar dúvidas. Os encontros são gratuitos, acontecem a cada 15 dias, aos sábados pela manhã na Cia Athlética em Belém, só precisa confirmar por e-mail ou whatsapp a participação enviando o nome completo dias antes do encontro. Em Belém as coordenadoras do Ishtar, atualmente, são a Thayssa, Sabrina, Danielle e Lia. (Essas informações estão TODAS disponíveis no site do Ishtar Belém).
Quando eu estava na Alemanha, descobri que se eu não estivesse só de passagem, o meu plano de saúde cobriria também reuniões com os grupos de apoio ao parto, ou seja, lá já é reconhecida a importância desse trabalho, e está presente no plano de saúde a partir do momento que a mulher inicia seu pré-natal. Infelizmente, não tive a vivência de lá, mas imagino que seria enriquecedor também.
De volta ao Brasil, voltei a frequentas as reuniões assiduamente, e posso dizer que foi lá que consegui todos os contatos de médicos, enfermeiras obstetrizes, doulas, fiz amizades que guardo agora comigo e a troca é essencial, você vai encontrar pessoas que já tiveram a experiência de um NÃO parto anterior, que sofreram violência obstétrica, mães de primeira viagem, mães que tiveram experiências de partos maravilhosos graças ao empoderamento que tiveram frequentando o ISTHAR, e tudo isso, vai sendo absorvido, todas essas experiências, os erros, os acertos, as lágrimas, os sorrisos, são compartilhados, tornando a felicidade ainda mais plena e o sofrimento menos pesado.
Se num próximo filho frequentarei um grupo de apoio ao parto novamente? COM CERTEZA!!
As informações estão sempre se renovando, a legislação está melhorando, e as facilitadoras, estão lá pra nos ajudar a conseguir um bom parto, respeitável e com segurança para que os nossos filhos venham ao mundo da melhor forma possível.
Além do Ishtar Belém, existe o Ishtar Castanhal, onde você pode obter maiores informações aqui e aqui. Não conheço as facilitadoras, mas se carrega a marca do Ishtar é garantia de qualidade!
Existe também um trabalho belíssimo, Grupo de apoio às gestantes da Pastoral da Criança, no bairro da Sacramenta, funciona no colégio Esther Bandeira Gomes, uma vez ao mês geralmente aos sábados às 9h, coordenado pela Lia Glória, Danielle Moura e Mireille Pic.
Este era um sonho da Dani Moura, que é doula, e que juntou com a Lia Glória, que também é doula, e mostraram que "um sonho, sonhado sozinho, permanece sonho, mas um sonho sonhado junto vira realidade". Elas planejaram este projeto focando em gestantes carentes, e resolveram fazer um trabalho de formiguinha, batendo de porta em porta, convidando essas gestantes a participar das reuniões, trazem informação e empoderamento à essas mulheres abordando assuntos que vão desde o planejamento familiar, métodos contraceptivos, fisiologia, exercícios, o que elas devem fazer para agilizar o trabalho de parto de maneira natural, onde que pode se massagear até os cuidados com o Recém- nascido,além disso elas oferecem oficina de shantala, oficina de ofurô, oficina de Sling e como elas podem fazer os próprios slings. Também buscam desestimular algumas práticas culturais como o uso de chás e mingau na alimentação dos RNs, e, principalmente, estimular a crianção com apego. Como todo trabalho voluntário, elas vem enfrentando algumas dificuldades para conseguir fazer essas mulheres permanecerem no grupo, então a Mireille Pic entrou como um fôlego extra, e uma trazendo uma idéia nova, de a cada mês fazer uma sessão de fotos gratuita, para essas gestantes terem uma recordação do desenvolvimento dessa gravidez, elas levam todo o material de apoio para a sessão de fotos e depois entregam as fotos para cada uma das gestantes mês a mês. Existe ainda uma idéia e aqui já lanço uma campanha pra quem quiser ajudar, de que futuramente, para aquelas gestantes que frequentarem o grupo assiduamente seja garantida uma bolsa com o básico necessário para o primeiro mês após o nascimento do bebê.
Bem legal o projeto né?
Ainda existe um grupo em Icoaraci, de nome Florescer, nasceu em setembro do ano passado, coordenado pela Jaqueline Figueiredo Silva, Doula, voluntária do Cinematerna e pela Bianca Arcanjo, as reuniões acontecem uma vez ao mês, no sábado, no espaço Samura Eventos (Travessa Manoel Barata 627), possuem grupo ativo no WhatsApp Contato: 985082000 - Jaqueline.
Então, gente, estamos até bem servidas de grupo de apoio ao parto humanizado, todas as pessoas são de confiança, amáveis, e nunca se negam a ajudar. E um grupo de apoio é isso, ele te dá uma rede de novas amizades, contatos profissionais, indicações de lugares, te fazendo cortar na caminho na busca da humanização do parto, porque a maioria dessas pessoas já foi retirando as pedras do caminho para as próximas. Vocês verão no artigo citado acima, que participar de um grupo de apoio durante a gestação promove um maior sucesso no aleitamento materno, reduz as chances de desenvolver uma depressão pós-parto e aumenta o tempo de amamentação em livre demanda (ou prolongada). E chave está no compartilhamento das informações e suas fontes!
Espero ter ajudado um pouquinho mais na busca de vocês!
Meu próximo post será sobre profissionais de saúde...
Beijos!
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